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Musicalmente, Tiago D’Herbe apresenta no bilhete de identidade o estado civil solteiro. Mas Inner|Face , o seu primeiro album, é um projecto que vive da diversidade, quer de estilos, quer de convidados. Dede as onomatopeias de Maria João ao gospell dos Shout, Inner|Face é uma viagem planetária que tanto contempla aromas africanos como assume a admiração pela arqitectura paisagista vienense. Sempre com uma veia jazzística devidamente vincada que coloca D’Herbe Foundation em equivalência a uns Jazzanova. Tivesse este disco sido lançado em 2000 e poderia ter sido apadrinhado pelo mundo da electrónica. Assim, consegue ser mais do que apenas papel de parede ou música para sofás.
| :: Thu 01/18/2007 @ 06:11 |
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D’Herbe Foundation é música sem tempo nem espaço, mas que faz parte de nós. Tiago D’Herbe acaba de lançar Inner|Face, uma viagem híbrida ao jazz electrónico com uma pitada étnica. Um one-man-band, com José da Ponte na produção e a inconfundível Maria João, num resultado luminoso e intimista.
[ Ver Imagem ]
| :: Thu 01/18/2007 @ 04:10 |
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D’Herbe Foundation é o álbum de estreia de Tiago D’Herbe. Num registo que se passeia pelo jazz e pela batucada (uma variante do ritmo do samba), - com Maria João a dar a voz em dois temas - , pela soul, pela electrónica com recortes ambient, chill out e house, o resultado só podia ser bastante rico e variado. É um dos ábuns que aponta para o futuro da música: um cruzamento sem preconceitos, de electrónica e acústica, de géneros e estilos, de contextos e “idades” musicais.
| :: Thu 01/18/2007 @ 04:10 |
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Sons ambientais e de fusão, com electrónicas, programações e instrumentos orgânicos, rendem uma música de espaços abertos e uma estreia interessante ao projecto português Tiago D’Herbe, responsável por todas as composições. Entre os aliados estão Maria João, José da Ponte, Diana Meirelles e Shout.
| :: Thu 01/18/2007 @ 04:09 |
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in Jornal Independente por Joana Moura |
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Juntar os ‘bites’ e os acordes. Foi esta a meta a que Tiago
D’Herbe se propôs quando aos 20 anos percebeu que aquilo que queria fazer o
resto da vida era conciliar a carreira artística com a informática. (...) A
música foi uma das fontes de inspiração mais influentes na sua formação e um
espelho daquilo que é hoje enquanto compositor. (...) É também na casa dos 20
que cria o seu próprio estúdio, onde através da tecnologia descobre novas
sonoridades que o levam à exploração da música electrónica, do jazz e da música
étnica. (...)
Inner Face, o seu primeiro album, é fruto dessa combinação com o estilo
de música que aprecia e que quis transmitir aos outros. (...) O disco de
estreia resulta de uma “one-man-band”, valorizada neste projecto por um vasto
leque de amigos. Gravado em 2005, em Lisboa, “Inner Face” foi misturado e
masterizado em Madrid, sendo a produção a cargo de José da Ponte. (...)
Este
seu primeiro registo discográfico promete dar que falar. “Inner Face” é
inspirado na interpretação que o autor tem do mundo que o rodeia. Este trabalho
tem o objectivo de levar aos outros as sensações que viveu durante o tempo em
que compôs, podendo compartelhar um pouco do seu mundo interior. “Esta é uma
obra híbrida que explora algumas das minhas experiências musicais mais
íntimas”, explica.
| :: Thu 01/18/2007 @ 04:09 |
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